SINTEGRAÇÃO SOBRE ABERTURA
Na aula do dia 31 de
Maio foi realizado remotamente, no horário de aula, uma dinâmica de
sintegração, na qual os alunos foram convidados a discutir entre si o conteúdo
de textos que abordavam questões como a lógica finalística, causalística e
pragmática, bem como tópicos relacionados à interação com interfaces.
A discussão ocorreu em quatro rodadas, nas quais cada aluno desempenhava uma função, dentre as possíveis se encontravam a de debatedor, que participava ativamente da discussão em pauta na sala, a de crítico, que analisava e compartilhava com os demais suas considerações sobre a discussão, e a observador, que apenas acompanhava a discussão sem poder interferir.
A dinâmica foi muito interessante, a partir da segunda rodada, com todos os participantes compreendendo melhor a atividade, os debates fluíram com bastante facilidade e de maneira proveitosa.
Uma observação relevante para mim era a maneira como a maioria de nós tinha extrema dificuldade em pensar objetos de maneira mais abstrata ou de função menos especificada, o que demonstra o quão pouco estamos habituados a lógica pragmática, especialmente no tocante a resolução de problemas, para os quais costumamos oferecer soluções extremamente particulares.
Ademais, a discussão a respeito das interações com interfaces foi muito intrigante para mim. Tendo crescido em uma era de maior acesso digital, interfaces eram elementos de presença constante sobre os quais eu nunca havia refletido profundamente. Como foi levantado durante a conversa, há uma diferença entre interagir com interfaces e somente reagir à elas, diferença que se torna ainda mais relevante quando levada para o campo da arquitetura. Muitas vezes um projeto acaba por determinar em excesso a maneira como o produto final irá se relacionar com o usuário ou, no caso contrário, quando não o faz, como se certificar que essa interação é de fato pertinente, em especial, dentro de um ambiente?
Nós não encontramos uma resposta para os questionamentos levantados, mas toda a experiência oferecida pela dinâmica possibilitou uma troca valiosa de ideias.
A discussão ocorreu em quatro rodadas, nas quais cada aluno desempenhava uma função, dentre as possíveis se encontravam a de debatedor, que participava ativamente da discussão em pauta na sala, a de crítico, que analisava e compartilhava com os demais suas considerações sobre a discussão, e a observador, que apenas acompanhava a discussão sem poder interferir.
A dinâmica foi muito interessante, a partir da segunda rodada, com todos os participantes compreendendo melhor a atividade, os debates fluíram com bastante facilidade e de maneira proveitosa.
Uma observação relevante para mim era a maneira como a maioria de nós tinha extrema dificuldade em pensar objetos de maneira mais abstrata ou de função menos especificada, o que demonstra o quão pouco estamos habituados a lógica pragmática, especialmente no tocante a resolução de problemas, para os quais costumamos oferecer soluções extremamente particulares.
Ademais, a discussão a respeito das interações com interfaces foi muito intrigante para mim. Tendo crescido em uma era de maior acesso digital, interfaces eram elementos de presença constante sobre os quais eu nunca havia refletido profundamente. Como foi levantado durante a conversa, há uma diferença entre interagir com interfaces e somente reagir à elas, diferença que se torna ainda mais relevante quando levada para o campo da arquitetura. Muitas vezes um projeto acaba por determinar em excesso a maneira como o produto final irá se relacionar com o usuário ou, no caso contrário, quando não o faz, como se certificar que essa interação é de fato pertinente, em especial, dentro de um ambiente?
Nós não encontramos uma resposta para os questionamentos levantados, mas toda a experiência oferecida pela dinâmica possibilitou uma troca valiosa de ideias.

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